Mostrando postagens com marcador fim da humanidade?. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fim da humanidade?. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Humanidade: exercício de futilidades…

A humanidade é o ápice da criação, certo? Somos os seres mais evoluídos de que temos conhecimento e Deus nos fez à sua imagem e semelhança, não é mesmo?

Bem, vai lá estudar um pouco o comportamento humano. E também história, caro leitor.

Claro, claro, não estou acusando você, leitor, de ser um arrematado canalha. Lembra-se de Hamlet? Somos todos arrematados canalhas? Ah, não leu Hamlet? Viu o filme do Mel Gibson? Tudo bem…

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Link rápido

Para quem gosta de se (des)iludir com a humanidade, aqui vai um link maneiro:

Para perder a fé na humanidade, de Hélio Schwartsman (colunista da Folha de São Paulo).

Acho que dispensa comentários…

sábado, 27 de agosto de 2011

A Defesa da Bomba Atômica – parte II

Eu: “Conforme prometido, continuo a minha defesa da bomba.”

Leitor: “Tá, tá. Já sei. Não dá para entrar no seu argumento logo?”

Eu: “Calma, leitor. Só peço um pouco de paciência…”

  O Mundo Depois da Bomba

Vocês conhecem que o argumento dos EUA para terem usado a bomba em Hiroshima e Nagasaki era forçar uma rendição do Japão? No argumento, os americanos dizem que eles pouparam vidas (norte-americanas, bem entendido…), pois a esperança japonesa era matar tantos americanos quanto pudessem para, por sua vez, poderem negociar um tratado de paz mais palatável a seu gosto. Também tinha aquele negócio samurai de que japonês não perde nunca, que é melhor morrer que perder, que, se perder, o negócio é se matar…

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A Defesa da Bomba Atômica– parte I

O que era a pólvora? Trivial. O que era a eletricidade? Inexpressiva. Essa Bomba Atômica é o Segundo Advento em Ira!
Winston Churchill
Isso mesmo, leitor. Você não leu errado. Trata-se aqui da defesa da bomba atômica (e não sobre a defesa contra a mesma)– esse dispositivo tão atacado, tão difamado e tão odiado pela intelectualidade, pelos ativistas e pelo homem normal (com exceção, claro, dos militares, dos políticos e do Ahmadinejad…). Sim, meus leitores queridos, eu vou defender com o frio raciocínio que a bomba atômica foi um avanço para a humanidade e, mais do que isso, uma garantia para a nossa existência. Paradoxal, não é mesmo, leitor? Mas aqui, neste blog, sempre defendemos o uso do frio raciocínio paradoxal.
(E deixemos, claro, de lado essas questões menores de quem roubou quem na política brasileira, ou ainda e em menor magnitude, na política de qualquer país!)
Se o leitor se dispuser a ouvir meus argumentos sem preconceitos, a colocar a mão na consciência e refletir sobre nossa (mal)dita condição humana, eu creio que o leitor perceberá, sim, que a bomba atômica nos salvou. A nós, enquanto humanos, e a todos os seres viventes deste planeta (bem, sobretudo aqueles que ainda não dizimamos…). O leitor, ainda em choque com meus argumentos, pode partir de duas hipóteses: ou o presente escriba é um louco (e eu não nego veementemente que não esteja louco, porque sei, de antemão, que a primeira coisa que os insanos fazem é negar veementemente que estejam loucos…) ou o presente autor é um piadista. Eu, enquanto objeto de análise, não declaro nada, pois não sou autoridade no assunto. Deixo tudo para o leitor. Se louco ou piadista, é com você leitor e sua capacidade intelectual. O leitor mais fino e irônico notará que uma hipótese não exclui necessariamente a outra…

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mercado financeiro e a fome na África

Você que acompanha as notícias do mundo viu, leu, cheirou e comeu notícias sobre o fim-do-mundo-das-bolsas (outro fim de mundo, não é mesmo?) por causa do limite de endividamento dos nossos vizinhos yankees e do seu subsequente rebaixamento (levou notinha vermelha, levou?) e sentiu a facada da abrupta queda como se tivessem mesmo encostado uma faca no seu dorso e levado a outra bolsa – aquela que carrega com você (se você for mulher, pois se for homem…) e chorou como choram os bebês vendo o investimento sucumbir aos humores deste mundo insano.

Tudo bem! Não tenha medo.

O mundo está mudando, é certo. Os EUA não são mais como eram. A Europa está com pé na lama. A Inglaterra, em pé de guerra. O Japão, em frangalhos (mas, ei!, eles ganharam dos EUA no futebol feminino, não é?) E a China continua crescendo.

O mundo está mudando, mas algumas coisas não mudam nunca.

Por exemplo?

A fome na África.

Milhares de pessoas estão morrendo de fome literalmente. E vão morrer. E isso não muda.

Então, o mundo não está mudando tão intensamente, como dizem por aí.

Não é reconfortante, leitor?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O Pessimista Radical e O Otimismo Psicótico

Claro para ser pessimista é preciso ser radical. É preciso ser pessimista até o fundo da alma (se você acredita em alma, tudo bem! Caso contrário, é figura de linguagem!). O cara não pode ser pessimista quando está chovendo e otimista quando está sol. Tem que ser pessimista sobretudo quando o dia está ensolarado. O dia ensolarado é uma conspiração cósmica para afirmar que a vida é boa. A vida é boa, meus caros, mas depende das condições de temperatura e pressão. A vida é boa, o pessimista radical pode afirmá-lo, mas a vida boa é muito precária. Qualquer alteração nas condições e adeus vida boa! A vida é boa, o pessimista radical terá a coragem de dizê-lo, mas o comum é a vida miserável, a vida miserável em todos os seus matizes, desde a vida miserável dos pobres à miséria moral dos ricos.

sábado, 18 de junho de 2011

Emprego dos Sonhos: Ambientalista na Floresta Amazônica

Você é um idealista, leitor? Acredita que, se todo mundo desse as mãos, o mundo seria um lugar melhor? Acredita que, se não houvesse armas de fogo no Brasil, a violência acabaria? Acredita (essa é boa, leitor) que a literatura pode mudar o mundo (mas o que é que a literatura tem a ver com esse tema?)? Acredita que, se não lutarmos para defender a floresta amazônica, o mundo vai deixar de existir?

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A Volta do Macaco Tião e O Buraco da Deepwater Horizon

Meus nobres humanos,

Chamo nobres por simples e puro respeito, já que eu, como macaco, sou um sujeito respeitador e de bons costumes, muito embora eu tenha jogado em vocês minha urina e minhas fezes misturadas à lama de minha jaula. Fiz isso simplesmente para divertir vocês, pois, quanto mais eu jogava, mais vocês riam.
Informo que estou de volta.
Fiquei muito tempo calado aqui no limbo dos primatas.
Enquanto vocês destroem este planeta, enquanto vocês poluem cada vez mais esta rocha chamada Terra, enquanto vocês consumem tudo em nome de seu progresso econômico.
Sim, eu venho denunciar a nefanda destruição que vocês, humanos seres, estão concretizando neste terceiro planeta do sistema solar.
Não adianta vocês me afirmarem que precisam do crescimento econômico para manterem seus empregos, para manterem seu nível de vida, para manterem as inumeráveis futilidades de sua vida!
Sim, a vida de vocês, humanos, é fútil.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Irã e a Energia do Bem


Aqui vai o meu megalomaníaco apoio à política externa brasileira que tenta desesperadamente, por todos o modos e por todas as maneiras (só para ser um pouco prolixo...), desde mendigar a piedade dos países poderosos até... (até o que mais mesmo?), ajudar os nossos irmãos iranianos na busca da energia do bem, que pouco ou nenhum malefício traz para a humanidade.

Web Analytics