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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Vitória Brasileira na Diplomacia Mundial e... a Intriga Norte-Americana

Sim, o Brasil ganhou.

O Nosso Guia foi, viu e venceu. Como sempre, aliás (bem, depois de ser derrotado várias vezes em eleições presidenciais, mas isso é pré-história, não é mesmo?...). Este blog já tinha feito a defesa da busca pela energia do bem, aqui.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Nobel da Paz ou a Vingança de Obama




Volto aqui para afirmar a minha incredulidade perante as escolhas do prêmio Nobel!

Com certeza, eles não conhecem o nosso presidente, Luís Inácio Lula da Silva, pois escolheram outro para dar o prêmio Nobel da Paz. Me parece isso uma completa sandice. Sobretudo agora que o Brasil vai sediar as Olimpíadas de 2016!

Parecia que estava tudo certo! A Copa, as Olimpíadas, Honduras... Todas essas vitórias da diplomacia brasileira não significaram nada...?

domingo, 13 de setembro de 2009

Sarney: um exemplo de perseverança

Depois de ter sido atacado por todos os lados, depois de ter levado um cartão vermelho do Suplicy, depois do tsunami de acusações, depois de terem arquivado todos os processos (e não terem dado chance de defesa ao grande Sarney), depois de todos os pedidos para renunciar à presidência do Senado, Sarney pode ser considerado um exemplo cabal de perseverança.

Ora, ele é brasileiro e brasileiro não desiste nunca!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Os Bons Companheiros ou, melhor, Os Intocáveis

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Meus amigos,




Muito felizes nós devemos ficar com a reconciliação entre antigos inimigos ou, no mínimo, adversários, que se dedicaram, por tanto tempo, a ferozmente se criticar. Vemos como é boa a natureza humana quando observamos esses novos amigos em ação, tão amigos que nem pareciam ter sido inimigos no passado. Mais uma vez, podemos agradecer à inata qualidade de todo e qualquer brasileiro: sua cordialidade. E, nessa cordialidade, a capacidade de tudo no passado deixar. De tornar-se amigo do peito, camarada e colega de quem, antes... Bem, antes não importa mais!


Luís Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello, finalmente, se encontraram e emocionadamente se abraçaram, deixando, para trás, desavenças, desatinos e desacordos.


Podemos realmente argumentar se o relacionamento desses dois grandes homens - e grandes líderes - não foi atrapalhado pela barulhenta mídia. Se eles pudessem ter antes, lá em 1989, se encontrado e conversado mais detidamente, sem o intermédio de insensatos jornalistas e de fanáticos partidários, muito provável é que vissem, um no outro, e outro no um, menos diferenças que semelhanças.


Não afirmo que, em 1989, eles tivessem alguma semelhança em suas políticas, ou em seus programas econômicos ou, mesmo, em suas afeições eletivas, se assim podemos dizer. Não. Talvez tudo tenha ocorrido segundo a Divina Providência. Talvez, por serem tão iguais em seus anseios e ambições, eles não pudessem ver que melhor poderiam trabalhar juntos que separados. Anseios e ambições, digo logo, de melhorar a sofrida vida do povo brasileiro! Anseios e ambições de, antes de tudo e qualquer coisa, o que importa é a popularidade e as próximas eleições!


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Claro está que, em 1989, eles eram muito diferentes. Diferenças em tudo. Parece que aquela eleição foi uma eleição entre a Esquerda e a Direita, entre o Comunismo e o Capitalismo. Pois, vejam bem, meus amigos, no Brasil, Lula e Collor foram verso e inverso, certo e errado, errado e certo - não necessariamente nessa ordem. Ainda assim, sendo eles tão distantes em concepções de mundo, parece que eles não eram tão contrários na maneira de ser.


Pois se hoje tão bem se dão. São, hoje, bons companheiros. Companheiros que lutam e brigam pelo mesmo objetivo. Proteger Sarney, grande brasileiro. Três presidentes e um único objetivo - momentâneo, fugaz, rápido -, mas, ainda assim, unidos, unidos para vencer e para massacrar qualquer um que a eles se oponha. Vide o Pedro Simon.


Quando a tropa de choque sai em defesa do correto (em sua concepção, claro está), tudo é possível. Atacar mãe, pai, sobrinho, neta e seu namorado! Bem, não fizeram isso com o pobre do Sarney? E, agora, me vem a mente, já tão cansada de ouvir os mesmos argumentos de sempre, que esses bons companheiros, na verdade, não são dois, mas três: Lula, Collor e Sarney.


Os verdadeiros. Os únicos. Os bons companheiros.


Todos já foram presidentes, todos passaram por bons e maus momentos, todos já brigaram com cada um ou com todos. E, agora, estão unidos. Como é boa a humanidade. Como é linda a capacidade do perdão!


Se, em 1989, eles se odiavam. Hoje, se amam. Convenhamos, eles ficam muito bem juntos. É uma verdade popular, mas não menos verdadeira de que Deus escreve certo por linhas tortas. Às vezes, tortas demais!


Vejamos o caminho de cada um.


Collor bateu Lula em 1989, fazendo o que todos faziam quando batia no Sarney. Vá lá, o bater aqui é uma metáfora ou metonímia, não sei bem. Mostrou que tinha aquilo roxo, mostrou que era cabra-macho. Corria para um lado, corria para o outro. Tentou matar o bicho inflação, mas o bicho inflação foi mais esperto e comeu, comeu, comeu até mais gordo do que nunca ficar. Caçando marajás, um terrível inimigo fincou-se dentro de suas linhas. PC Farias! Esse sim foi o responsável fatal. Uma série de, até hoje, discutíveis denúncias o afastaram do poder. Um impeachment! E, logo, contra o primeiro presidente eleito, depois de anos da ditadura, segundo alguns, ditabranda. Mas Collor afirmou que tudo foi perseguição e calúnia. Que provaria na Justiça que era um homem honrado e nobre. Depois de amargar seu exílio político, voltou mais forte do que nunca como senador da república. Grande e velho Senado! Onde há tantos insignes homens e mulheres!


Lula, depois de 1989, amargou duas vezes o segundo lugar contra Fernando Henrique. Essa foi a doce vingança. Todo mundo achava que Lula ganharia depois de Collor e Itamar. Todo mundo. Até ele. Principalmente, ele. E, no meio do caminho, tinha uma moeda. O real. E, atrás do real, por cima do real, do lado do real, estava Fernando Henrique Cardoso. Um sociólogo meio sem graça, que havia se tornado político meio sem querer... E Lula perdeu. Duas vezes. No primeiro turno. Bem, mas isso é passado. Lula é brasileiro e brasileiro não desiste nunca. Só às vezes. Mudou estrategicamente sua campanha e se tornou presidente. Nunca-antes-na-história-deste-país! (Não sei como esse maravilhoso refrão não virou ainda um funk ou outro tipo de música tupiniquim). E podemos afirmar, com todas as palavras e com sinceridade absoluta, que Lula é um homem humilde, simples, que não erra nunca, bem é a verdade, mas que sempre tem a humildade de conhecer grandes homens! E que grande homem ele e Collor defendem!


Sarney! Prestem atenção todos aqueles que o atacam! Vocês estão enganados. Redondamente enganados. Como disse Lula, Sarney é intocável. Bem, talvez, eu devesse mudar a referência cinematográfica: de Os Bons Companheiros , uma história de amigos que se traem, para Os Intocáveis , uma história de luta contra a corrupção por um homem incorruptível. Isso! Os Bons Companheiros! Eu cometi um grande engano e uma grande injustiça. Como posso comparar grandes homens como Sarney, Lula e Collor a inescrupulosos mafiosos como Henry Hill, Jimmy Conway e Tommy DeVito (interpretados por, na ordem, Ray Liotta, De Niro e Joe Pesci)?!? Afinal, eles são ladrões, safados e mentirosos! Os mafiosos do filme, me entendam bem. Lula, Collor e Sarney estão melhor comparados com Eliot Ness, Jim Malone e Giuseppe Petri (Kevin Costner, Sean Connery e Andy Garcia). Porque os nossos grandes representantes são realmente intocáveis! intocaveis_01.jpg


Pois ninguém, nunca-antes-na-história-deste-país, foi tão intolerante, intransigente contra a corrupção como o Nosso Guia, Luís Inácio Lula da Silva! Minto. Antes dele, só um Collor, um Sarney. Só eles.


Mas não sejamos apressados! Quando digo que Lula é radicalmente contra a corrupção, estou falando sério. Ele é. Não duvidem disso. Todos querem a cabeça de Sarney, todos querem que Sarney saia pelas portas dos fundos. Mas não Lula e ele está sendo atacado pela mídia por isso. Lula não admite atacar alguém como Sarney assim. Que Sarney explique sua situação. Enquanto não for provado, Sarney é inocente para os olhos de Lula.


Muitos acusam sem provas, julgam sem evidências. Lula é contra a corrupção, mas inteiramente a favor da ampla defesa e do contraditório. Pois ninguém é inocente até que se prove o contrário. Desculpem. Cometi um engano. Onde escrevi inocente , leia-se culpado.


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E, aqui, meus amigos, fica minha caridosa mensagem aos novos velhos amigos, Lula e Collor. Continuem assim, meus caros! Juntos vocês vão longe...


terça-feira, 28 de julho de 2009

O Defensor de Nossos Interesses


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Em nossa história, nunca tivemos um Líder como o atual. Lula está de parabéns. Ele está aí para defender Nossos Interesses. Os interesses de todos os brasileiros. É o pai de cada um de nós! É o cara! The man!


Por isso, Lula será considerado o maior e melhor presidente de todos os tempos. Não só do Brasil, mas de qualquer país, inclusive os países ricos - que não, por acaso, estão, agora, tentando emulá-lo. Grandes líderes como Obama, Sarkozy, Bush, Ahmadinejad, Hugo Chávez, Kadafi, entre outros.


E como Lula se tornou o grande Defensor de Nossos Interesses? É uma jornada heróica, posso afirmar para vocês, meus amigos. Ele luta contra todos os nossos inimigos e, nunca antes na história deste país, houve tantos inimigos como agora. Os nossos hermanos estão se engraçando muito, falando pelos cotovelos sobre como diminuir nossa força no cenário internacional. Infelizmente, a inveja parece fazer parte também das relações entre as nações. Quanto mais Lula aparece, mais os nossos hermanos querem aparecer também.


Primeiro, foi o nosso grande hermano Evo Morales. Ele invadiu a Petrobrás na Bolívia, disse que era deles, bolivianos, e só faltou enxotar os brasileiros de lá. O que Nosso Líder fez? Afirmou que estava tudo bem, que era a soberania e que o Brasil nada faria. Um grande líder o nosso. Quando as grandes potências, que fazem exatamente o contrário, vão aprender com ele? Logo depois desse episódio, Lula apareceu abraçando Evo Morales, em um grande gesto de humildade, já que, convenhamos, era só querer e o Brasil invadia aquilo tudo lá.


Em seguida, o hermano do Equador, o presidente Rafael Correa, não quer pagar o BNDES. Para que pagar? Se nem os brasileiros pagam... Dessa vez, foi diferente. O Brasil não se curvou. Mostrou decisão. Inflou o peito. Disse que não, senhor, que teria de pagar, sim. Mas... Tudo bem, nós esperamos um pouco. Mais uma vez, Nosso Guia agiu com firmeza e decisão. Nada fez. Isso lá era problema de seus Ministros - há tantos deles!


Assim, um presidente paraguaio surge nessa história.



itaipu.jpgLugo quer que paguemos mais pela energia da hidrelétrica de Itaipu. É, tipo, para nós seres normais, como um aumento de aluguel. Ele está dizendo, a torto e a direito, que nós, brasileiros, pagamos muito pouco pela energia gerada por Itaipu. Prometeu. E em eleição! E nós, brasileiros, sabemos que promessas de eleição são rigorosamente cumpridas. E compridas, igualmente. Sente e veja qualquer propaganda política. Lugo prometeu aos paraguaios que ele, se fosse necessário, levaria à última instância essa questão, a do aumento do aluguel, nas cortes internacionais. Talvez, um ou outro tenha ficado mais nervoso. Não pouco tempo atrás, entramos em guerra com esse venerável país. Pode ser paranoia minha, mas melhor não arriscar, não é mesmo? Não devemos voltar e destruir tudo de novo! Afinal, depois de todas as eras e de todos os filmes anti-guerra, será que não aprendemos que guerra é uma coisa ruim?!



lugo rindo.jpgMas não é todo o cenário. O presidente paraguaio, que foi ou é bispo - eu realmente não sei qual a atual situação dele na hierarquia católica -, está sendo acusado por todos os lados de ser pai de inúmeros paraguaios. Não apenas de todos, mas especialmente de alguns. Lugo já deu de ombros. Sim, ele é pai de alguns, não de todos, que provem isso lá com o famoso teste do DNA (onde está você, Ratinho?). Os ataques não param por aí, no entanto. Muitos políticos paraguaios afirmam que Lugo, pasmem!, não está cumprindo com as compridas promessas de campanha. Isso nunca vimos em nosso país: um político que não cumpre promessas de campanha! Deve ser uma particularidade da vida sócio-cultural paraguaia. Só pode ser.


Assim, a Lugo, enfraquecido internamente, só coube atacar externamente. Alvo principal: Brasil. País rico. País do futuro. País do G-20, G-4, G-Mil!


E ele quer aumentar o preço logo agora que tudo está despencando (ou já está subindo novamente? - vai entender de Economia, meu amigo!).


E o que faz o Nosso Guia? O que faz o Nosso Líder?


Em momentos difíceis, precisamos de heróis. Feliz o povo que precisa de heróis, para citarmos Bertolt Brecht (ou ele disse alguma coisa um pouco diferente?). E um herói é conhecido nos momentos difíceis. Esse é um momento difícil. Um momento em que os fracos não têm vez! Comentou Mark Twain que coragem não é ausência de medo, mas controle sobre o medo. E ninguém mais corajoso que o Nosso Líder.


Ele corajosamente atacou, digo, acatou o pedido de Lugo. Sim, o Nosso Líder concordou em pagar mais para o Paraguai. Isso! Dessa forma, ele defendeu Nossos Interesses. O Nosso Grande Mestre, o Nosso Guia, o Nosso Líder conseguiu mais uma vez.


Lula deve ter percebido alguma estratégia escondida, pois os Nossos Interesses vêm em primeiro lugar. No jogo da diplomacia, sempre há um toma lá dá cá. E o Nosso Guia somente aplicou uma máxima universal: é dando que se recebe.


Como o Paraguai é muito importante no cenário internacional e muito poderoso no cenário latino americano, seria muito imprudente desafiá-lo.


Agradando-o, o Nosso Líder mostra muito tino para os assuntos internacionais. Nisso, mais uma vez, ele mostra que é mais inteligente do que seu antecessor, mais culto e graduado. Joga xadrez como gente grande, Nosso Guia. Ou melhor, futebol.


Um aumentinho para o Paraguai não é nada comparado, por exemplo, com o aumento dos servidores.


E a conta de luz não vai aumentar, como disse um Ministro (qual? há tantos...). O ministro afirmou que a conta fica para o governo brasileiro, que recebe dinheiro de quem mesmo? Eu não sei. Acho que de ninguém, não é mesmo?


Mas nada disso importa. Devemos pensar grande. E não pequeno. Devemos pensar com a cabeça de Nosso Guia. Um passo para trás agora, para dar mais um passo... para trás no futuro! Viva os Nossos Interesses! Ainda bem que eles coincidiram com os de Paraguai, grande nação.


Com a ajuda do Paraguai, é praticamente certa a entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU, como membro permanente.


Pois bem. Não podemos jamais subestimar os movimentos desse grande homem que de tão humilde posição saiu para a glória eterna de ser o Nosso Grande Líder.



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Um viva para Lula e para toda a sua inteligência! Um viva para esse glorioso acordo para o povo brasileiro! E quem disse que Lula não daria um grande presidente?

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