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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Google+ versus Facebook ou Quem vai levar mais alguns bilhões de dólares…

Lembra aquele personagem de desenho animado que sempre respondia à pergunta “o que vamos fazer hoje à noite” com um vamos dominar o mundo? Pois é. Pensei muito sobre ele quando me deparei com a nova rivalidade da Google com o Facebook. Não que a Google estivesse à vontade com a ascensão meteórica dessa rede social – que até tem um filme maneiro no currículo.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Invasão de hackers não afeta Santas Sátiras

Como esse blog é muitíssimo visitado (cerca de 3 visitas por semana, aí incluídas a de seu criador e autor…), como ele é mundialmente conhecido (foi visitado em dezembro de 2008 por um brasileiro perdido na Noruega…), como é debatido na imprensa mundial (foi publicado um artigo no jornal do bairro, de autoria deste nobre escriba), como ele cegamente defende nossos representantes (desnecessário dizer…), os hackers tentaram invadir o nosso servidor e escrever algumas mensagens terroristas.

Eu, como um blogueiro altamente instruído, ainda os sacaneei e afirmei que eles nunca conseguiriam tomar de mim a minha amada senha, que, por acaso, era (e ainda é…) 123456…

Eles riram, me agradeceram e tomaram meu blog!

Por favor, senhores hackers, aqui está meu pedido. Devolvam meu blog! Não me deixem sem ele!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Autossatirização: nova forma de promoção deste blog

Em meu último post, ensaiei uma modalidade de autopromoção. Linkei vários posts desse meu humilde blog e um de outro blog, para, ao mesmo tempo, recuperar alguns textos antigos e me promover na blogosfera.
Mas, diante de minha ignorância, percebi que esta nova tentativa de promover este humilde blog mais uma vez fracassou, para deixar bem claro minha desilusão.
Pois, tantos blogs há na blogosfera quanto estrelas no céu, para ficarmos com uma muito surrada imagem. E, com o desafio 7 links, mesmo desejando, se eu fosse ler todos os links de todos os blogs que participaram do desafio (e eu li vários; alguns, interessantes; outros, nem tanto…), mas se eu fosse ler realmente todos, deveria abolir todas as outras preocupações e afazeres de minha vida, para tão-somente ler os links do desafio. Não me sobraria tempo para mais nada.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Comentário sobre Posts de Futebol

Meus queridos,
Posso afirmar que há temas e temas.
Dos temas deste blog, pouco ou quase nada há sobre esporte, senão uma irreverente e desproporcional tentativa de consideração filosófica. (O que muito pode dizer de minhas afenidades eletivas!)
Claro que quem cliqua no link ou faz uma busca no google (quem aí ainda usa o yahoo ou começou a usar o bing?), procurando na internet sobre sátiras de futebol ou copa do mundo, nada quer saber de coisas filosóficas!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Post curto sobre posts longos

Há uma lei ou uma norma ou um costume (sei lá em qual categoria que se inclui o que aqui vou dizer) que afirma ser de bom tom posts curtos no mundo da internet.
A razão é simples: com milhões de sites no mundo virtual, trilhões de posts, conteúdo que conseguiria encher duas bocas de Pantagruel (conteúdo não no sentido qualitativo, mas só quantitativo...), o melhor é escrever posts curtos para os mimados leitores da internet.
Leitores? Bem, há controvérsias.

domingo, 25 de abril de 2010

Como se dar bem (mal...) no Twitter

Acho que foi o Saramago, não é verdade?, que declarou ser o Twitter um dos passos que a humanidade estava dando de volta para o grunhido... Isto é, como forma de comunicação.

Acredito que Saramago foi otimista nessa frase. Não porque o Twitter seja um retorno aos grunhidos (eu discordo do grande escritor português), mas porque Saramago crê que nós, enquanto espécie, nos comuniquemos tão bem! Ele crê, enfim, que o grunhido seja pior do que as mentiras deslavadas com que pincelamos nosso discurso todos os dias, inclusive no twitter.

Sim, o Twitter não vai salvar a humanidade. Creio eu... Não sei, mas acho que não vai não. Pode ser, mas... A internet salvou? A TV salvou? Alguma coisa salvou...?

Bem, mas isso aqui não é uma exortação filosófica ou científica do Twitter. Não acredito que todo mundo que entre nesse mundo maravilhoso tenha algum interesse em melhorar o mundo, a não ser, é claro, que possa lucrar com isso. Afirmo, contudo, que há pessoas bem intencionadas. Essas não precisam realmente ler esse post. Podem passar adiante, se ainda me leem.

domingo, 11 de abril de 2010

A Volta do Ingênuo Satírico

Bem, meus amigos!


Devo voltar, como voltam os mortos-vivos das tumbas, a atormentar vocês.
Meu único desejo será de escrever matérias de profunda ignorância!
Misturar, a um tempo, sarcasmo e indignação.
Abusar e usar das técnicas satíricas.
Mostrar minha admiração pela humana raça.
Gozar dos meus incautos próximos.
Exaltar a ignorância dos bravos.
Louvar a esperteza das raposas.
Bajular a força do leão.

domingo, 20 de setembro de 2009

Como criar um fiasco de blog



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Percebi que há muitos posts e blogs de qualidade sobre o assunto que, em geral, pode ser chamado "como criar um blog de sucesso". Eu sigo e acompanho avidamente todos esses blogs, que, com benignidade e generosidade, nos brindam com dicas e tutoriais sobre diversos problemas e/ou oportunidades dessa sofrida vida de blogueiro. Aqui vai meu sincero agradecimento a todos esses heróis e heroínas que nos aturam as dúvidas e nos atendem às súplicas.

No entanto, percebi que pouco espaço há para quem não deseja sucesso. Para quem deseja fragorosamente fracassar... Por isso, pondo em prática o conselho de encontrar um "nicho" de mercado, eu encontrei uma oportunidade de levar a meus colegas que desejam simplesmente que ninguém leia seu blog, ou que, por achar muito difícil o caminho do êxito, prefiram a porta escancarada da preguiça.

Como vocês já perceberam, sou um blogueiro de muito "sucesso". Meu sucesso consta de construir e manter um fiasco de blog. Poucos herói visitam esse blog para ler meus desvarios. Eles realmente são herói por aguentar minhas sandices bem calculadas. Uma salva de palmas para esses heróis. E já aproveito a oportunidade para pedir desculpas a esses meus amados leitores que podem se sentir um pouco ofendidos por seguir um blog cujo autor considera um fiasco!

Agradeço também a meus familiares. Nenhum deles teve o desatino de acessar a minha humilde página. Creio que, com isso, mostraram total inteligência e desprendimento.

Deixemos de delongas e vamos ao que interessa. Às dicas para se construir um fiasco de blog!


sexta-feira, 24 de julho de 2009

Dialogo de Mim para Mim Mesmo ou Será a Internet o Nirvana?

É com grande satisfação que retorno aqui para falar com você, Mim Mesmo.


Estamos há muito tempo sem falar um com o outro.


Eu estou perdido sem Mim Mesmo!


Nesse grande mundo cibernético, Mim Mesmo parece ser o único que me escuta e que me lê.


Bem verdade é que não sou famoso, nem escritor publicado, nem dramaturgo encenado, ou qualquer coisa do gênero.


Sou um simples escritor indigente.


Espero escrever textos inteligentes e interessantes, mas minhas táticas de autopromoção são lá bem fracas. Para não dizer, inexistentes. Estou tentando melhorar isso. Pois, como todo bom blogueiro, quero ser lido por pessoas mais extrovertidas e falantes do que Mim Mesmo.


Hoje, li, em muitos sites e blogs, que muita gente acha que a Internet pode ser tomada como o grande e paradisíaco meio de comunicação, mas uns poucos a consideram maliciosamente nociva.


Esses pessimistas afirmam que todo novo meio de comunicação passou por um período de euforia e, depois, de desgaste. Quando um homem ou mulher (porque, francamente, meus companheiros de sexo masculino, as mulheres nos dominariam se não pensassem em assuntos mais importantes) inventou o sinal de fumaça, muitos pensaram: "Minha nossa! Assim podemos nos comunicar com a outra tribo de uma hora para outra!" E, se houvesse algum otimista, ele diria: "Ah, finalmente, assim não haverá mais desentendimentos entre nós e eles. Poderemos conversar a qualquer tempo e todas as nossas desavenças desvanecerão". As tábuas com mandamentos, os desenhos nas cavernas, o livro manuscrito, o livro impresso, o jornal, o rádio, a televisão! Todos passaram por esses mesmos pensamentos: "Oh! Como será maravilhoso o mundo depois..." Com maiores ou menores variantes, a História nos tem mostrado como todas as novas invenções são usadas para os mesmos fins. O problema não está no meio de comunicação, mas no ser humano... É o que afirmam eles, meus colegas pessimistas, que não acreditam em um futuro melhor.


Contra essa argumentação, os otimistas, que veem um futuro de céu azul a cada esquina do Tempo, replicam afirmando que a Internet é o primeiro espaço, ainda que virtual, livre da humanidade. Antes, as edições de livros e jornais estavam dominadas pelos grandes interesses. Os filmes e as peças de teatro, controladas por essa figura difícil que é o produtor. Com a internet, basta ter um computador e pronto! Você tem acesso ilimitado (dependendo da conta que você paga ao provedor, é claro!) ao Grande Mundo. Todo mundo pode escrever o que acha. Todo mundo pode se expressar do jeito que quiser. Todo mundo pode fazer um vídeo engraçado e postar no you tube. Todo mundo, como eu, pode escrever seus pensamentos e mandar para o mundo. É um espaço democrático (de novo, para quem tem dinheiro para pagar...).


Por isso, a internet é o grande Nirvana, o Paraíso e, quando todos estiverem convencidos disso, o mundo será um lugar melhor para viver.


Os pessimistas, na verdade, avisam que esse mundo é um mundo fragmentado, onde não há discussão, mas um eterno monólogo. Não há uma verdadeira união. Nem sequer tentativa. O espaço torna-se um espaço para gostos, preferências e atitudes similares. Quem é marxista não lê quem é capitalista. Quem é contra o aborto não visita o blog de quem é a favor. Quem não acredita em Deus não abre a página de quem acredita. E por aí vai...



Eu, por outro lado, após muito matutar, cheguei à conclusão de que os dois lados estão errados!



Internet é o espaço democrático exatamente por ser uma conversa com Mim Mesmo.


Pois, prestemos atenção, "conversa com Mim Mesmo" não começou com a Internet. Sempre foi assim. Vão me dizer que não? Se você gosta de literatura e de teatro, mas odeia política e economia, você vai comprar o jornal de literatura e teatro, ou só vai ler as suas respectivas seções em seu jornal predileto. Se você adora esportes, vai ler a seção de esportes, vai mandar cartas sobre esportes... Não é a Internet que criou as divisões dos diversos assuntos humanos e não será esse novo meio de comunicação que com elas acabará. Será o homem. Ou melhor, o ser humano. Se não for interesse de nós enquanto espécie, não terminará a grande verdade: "Cada cabeça uma sentença".


Assim, a Internet é o grande Nirvana para quem, como eu, só quer manter uma conversa com Mim Mesmo. Pois, é uma verdade (que chega a fazer parte da natureza humana) só queremos ouvir aquilo que nos agrada. Só queremos ver aqueles de quem gostamos. Só queremos que todo mundo goste de nós.


E quem melhor a não ser Mim Mesmo para atender a todos esses requisitos?



No entanto, noto que Mim Mesmo está um pouco estranho, ultimamente.


Mim Mesmo está muito sorumbático, macambúzio. Eu não entendo Mim Mesmo. Quero conversar, falar, botar para fora todos os meus pensamentos!


E Mim Mesmo, nada.


Quieto. Impenetrável.


Mim Mesmo, às vezes, fica muito ensimesmado. Espero que Mim Mesmo melhore, já que somos muito próximos. Caso contrário, vou querer distância dele.


Assim, não dá. Não posso continuar assim.


Vou voltar a conversar com o Macaco Tião.




(Essa discussão, podemos dizer, é filosófica. Surgiu com a Internet e, enquanto a Internet durar, ela vai continuar. No entanto, este texto nasceu da reflexão feita por Miguel Conde, em 22/07/2009, no blog Prosa Online, com o título Os blogs e o debate de mim comigo mesmo, que remete a outro texto também interessante.)

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