Na medida do possível, este blog tem um único propósito: apresentar sátiras sobre assuntos caquéticos, contemporâneos e eternos. Assuntos humanos. Só.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
A Sátira pela Sátira
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Pastor Marcos Feliciano para Presidente do Brasil, uma sátira
Pastor Marcos Feliciano está sendo implacavelmente perseguido. Perseguido, acusado, difamado, maltratado, deturpado, satanizado! E vocês já pararam para se perguntar o porquê disso tudo? O Inimigo está no meio de nós. O Inimigo avançou bastante nestes últimos anos. Parada Gay, união civil entre pessoas do mesmo sexo, promiscuidade, corrupção, pedofilia, drogas, assassinatos, patricídios, matricídios... E tem gente que diz que o Cão não existe!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Sátira e Moral
Uma frase de Otto Maria Carpeaux:
Grande sátira não é possível sem rigorosos critérios morais; o satírico é satírico porque os seus critérios morais são mais rigorosos do que os do seu ambiente.
Essa frase se refere a Jonathan Swift e está na monumental História da Literatura Ocidental (vol. 4, página 874, 2ª edição).
Trata especificamente da moralidade do satírico que é mais forte do que a de sua época.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Crucifixos na berlinda e Minha Humilíssima Proposta
Uma polêmica surgiu e despertou este blog de sua letargia pré-morte.
Os crucifixos podem ou não permanecer nas repartições públicas?
A imagem do Cristo crucificado, em seu momento de maior angústia que, por paradoxo religioso, significa também seu momento de maior vitória (vá lá, descontada a ressurreição…), deve permanecer presente em repartições públicas de um Estado-nação pretensamente laico?
sábado, 17 de setembro de 2011
Justiça: que sátira é possível?
Eu iria começar a série sobre experimentos ficcionais conforme alardeei no último post. No entanto, minha mão não consegue conter a indignação perante alguns fatos recentes de nossa justiça. Em outro post, A Justiça é boa… para os pobres criminosos (aliás, um dos posts mais visitados e nada comentados deste blog), eu afirmei que a justiça era muito boa para os pobres criminosos… Não, não tenho nada contra os bandidos a não ser o fato de eles quererem roubar, matar, estuprar, extorquir, fazer golpes, etc. Acho que eles devem ter os mesmos direitos que todos nós, desde que saibam que, se pegos, deveriam ir para cadeia! Eu só acho que, aqui, são os criminosos que têm direito, sobretudo os criminosos que podem pagar um bom advogado. Para o cidadão comum, pagador de impostos e de promessas, injuriado com os casos de corrupção e de continuísmo, aflito em relação ao aumento da inflação e do preço do pão, temeroso de encontrar uma bala perdida ou um bueiro em chamas, para este cidadão comum, a justiça não funciona. Ou, quando funciona, já é tarde demais! Tarda e falha! O cidadão comum que sofre uma violência, que vê algum familiar morto, que vê sua honra e de sua família agredida, bem esse cidadão deve se fiar que a justiça irá fazer Justiça. E o que ele vê? Quanto ele espera? Por quantos anos o “suspeito” (pois, se chamarmos o cara de culpado antes do trânsito em julgado podemos ser processados por calúnia e difamação e, nesse caso, a justiça é rápida e certeira…) vive, dorme na mesma cama, goza a vida? E depois o culpado consegue redução de pena, sai da cadeia e vive sua vida – e ainda, meus amigos, pode processar você se você ousar chamá-lo de culpado!
domingo, 28 de agosto de 2011
Sobre escrever e… blogar
Constituí este blog com o intuito de tratar temas e assuntos contemporâneos e eternos por meio de uma viés satírico. Além disso, seguindo uma linha mais filosófica (se assim podemos defini-la), tentei esboçar algumas propostas modestas nos moldes das propostas de Jonathan Swift. Essas propostas visam resolver alguns problemas da humanidade com algum meio absurdo – por exemplo, Swift propôs terminar com a pobreza na Irlanda por meio do comércio de recém-nascidos para consumo dos ricos. Isso mesmo. Legal, né, leitor?
quinta-feira, 23 de junho de 2011
O Pessimista Radical e O Otimismo Psicótico
sábado, 18 de junho de 2011
Emprego dos Sonhos: Ambientalista na Floresta Amazônica
Você é um idealista, leitor? Acredita que, se todo mundo desse as mãos, o mundo seria um lugar melhor? Acredita que, se não houvesse armas de fogo no Brasil, a violência acabaria? Acredita (essa é boa, leitor) que a literatura pode mudar o mundo (mas o que é que a literatura tem a ver com esse tema?)? Acredita que, se não lutarmos para defender a floresta amazônica, o mundo vai deixar de existir?
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Sátira e Política: um caso de amor
O que faríamos nós, autores satíricos, se não fosse a Política? Ou, melhor, se não fossem nossos amigos políticos? Muito menos do que fazemos hoje. Talvez estivéssemos até mesmo desempregados.Talvez conseguíssemos fazer sátira dos costumes, dos economistas, dos advogados (sempre perigoso, pois gostam de nos processar tanto quanto os políticos…) e de outros assuntos menos empolgantes.
Mas por que a política é tão empolgante? Por que apontamos sempre o erro dos políticos, se são como nós seres humanos frágeis e falíveis? Não sei, leitor, mas talvez seja porque eles escolheram – ou o povo os escolheu – para ir para a grande arena do mundo decidir o que é ou não melhor para nós. Enfim, eles, quer por nascimento ou por escolha individual, mostraram ânimo para entrar na dita vida pública. E não se engane, leitor, mas, desde o começo da democracia, quando a coisa pública era privativa dos cidadãos gregos (os outros, como mulheres e estrangeiros, não tinham lá muito espaço…), vivíamos (nós enquanto seres humanos) querendo que os políticos resolvessem todos os nossos problemas. Sim, eles seriam os nossos salvadores. Os salvadores da pátria. Mas, ai de nós!, eles conseguiam, sim, era arrumar mais trapalhadas. Tudo bem, dizíamos. Resolva esse problema que você mesmo inventou ou colocamos outro aí para resolvê-lo. Aí é que era guerra mesmo!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Big Brother da Política
Imagine uma câmera atrás de seu político vinte e quatro horas por dia? Imagine uma equipe inteira atrás de nossos ilustríssimos políticos, registrando todas as conversas, todos os encontros, todas as maracutaias?
E sem aquela desculpa: “isso aqui é minha privacidade!” Tem que ser vinte e quatro horas. Mesmo no país calvinista e hipócrita como os EUA (ô meus amigos norte-americanos, é só uma brincadeirinha, viu?), Bill Clinton ainda mandou ver na Casa Branca!!!
Por isso, nosso Big Brother Político não vai ter espaço para nada. O político tem que encarar a vida pública vinte e quatro horas por dia.
E não só durante as eleições, como eu sugeri em minha Reforma Política, mas durante o tempo todo.
Se não aguentar, nem vem!
Se quiser servir o povo, pode servir aparecendo de verdade nas telinhas (e não naquelas maquiagens da realidade chamados programas eleitorais).
Mas tem que tomar cuidado com o político. Vai que ele se acha vítima de bullying!
domingo, 11 de julho de 2010
A Grande Privada Pública continua…
Estava andando pelas ruas de minha cidade – minha na medida em que nela vivo – quando me deparo com um homem de idade respeitável urinando encostado em um muro. Resmunguei um pouco, mas o velho virou a cara para mim e piscou o olho direito. Que fazer? Continuei o meu caminho. Na mesma semana, eu o encontrei novamente e novamente o infeliz estava urinando, agora próximo a um poste. Os horários dos encontros eram os mais variados. Na primeira vez, foi bem de manhã, eu estava indo dar aquela caminhada matinal. Na outra, foi perto das sete da noite e, dessa vez, ele estava, mais ou menos, escondido. Fora o fato de urinar em público, notei que o homem, já com seus cabelos brancos, demonstrava a maior seriedade e respeitabilidade. Percebi que se tratava de um homem que perdera o juízo. Tive a certeza quando ele, na terceira vez que nos encontramos na praça principal da cidade, me contou o seu credo político.
domingo, 4 de julho de 2010
Derrota do Brasil
Bem, não foi dessa vez! Dessa vez, foi outro vexame, com direito a expulsão e tudo. Mas tudo bem. Dar vexame também faz parte. O negócio do futebol não vai parar, e o Brasil ainda é o número um no ranking da Fifa.
No entanto, teço alguns comentários satíricos. Mas não esperem nada de mim. Não gosto muito de futebol.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Copa do Mundo: Grandes e Pequenas Ilusões
Há pouco tempo, escrevi um post sobre a Copa do Mundo, intitulado A Copa do Mundo ou a Grande Preparação, no qual eu, em breves linhas, defendia que a copa do mundo de futebol ou, se você for um leitor norte-americano, de soccer ou qualquer outro grande evento esportivo serve para um escape de nossas tendências bélicas e, ao mesmo tempo, para uma preparação para guerra. Se quiser ler essa pérola, vá lá, leitor.
Só o cito demoradamente, porque, em determinado momento do post, eu, em minha auto-ilusão, afirmei que ganhar ou perder a copa do mundo pouco ou quase nada significaria em nossa mínima vida cotidiana. Em meu argumento, ganhar a copa significa muito para os jogadores, a comissão técnica e seus patrocinadores. Mas um amigo, que não gosta muito de internet e que leu meu texto depois de muita insistência minha, comentou essa passagem do seguinte modo:
"Não interessa se a vitória ou a derrota realmente significa pouco para nós, torcedores. Significa muito, pois acreditamos que significa muito. É uma ilusão, mas as ilusões são reais para quem acredita nelas."
domingo, 13 de junho de 2010
Copa do Mundo ou a Grande Preparação
Sou um daqueles que normalmente vivem como normalmente todos vivem.
Reclamo dos impostos, reclamo do trânsito, reclamo do trabalho, mas, depois de tanto reclamar, admiro as coisas boas da vida. Sei que, nesse quesito, as coisas boas da vida, não há também nenhum consenso, pois, como no já batido mas não menos verdadeiro lugar-comum, o que pode ser bom para mim pode ser de péssimo gosto para você, e essas diferenças de gosto, de preferências, de escolhas não só ocorrem em casos de radicais diferenças sócio-culturais ou econômicas, mas principalmente - e aqui o que há de inexplicável - ocorrem também na mesma casa, entre irmãos, entre pessoas do mesmo nível sócio-econômico, com o mesmo tipo de formação, entre vizinhos. Ou melhor, entre aqueles que, por diversos motivos, se consideram próximos. A esse fenômeno, podemos chamar as diversas ordens de valores, que convivem dentro da mesma sociedade, mas sobretudo dentro da mesma alma. Sobre esse tópico, gosto muito da frase de Weber: "No teor das convicções mais profundas de cada pessoa, uma dessas éticas assumirá as feições do diabo, a outra as feições divinas e cada indivíduo terá de decidir, segundo sua própria ótica, o que, para ele, é deus e o que é diabo" (em "A ciência como vocação"). Ou, resumindo, o diabo de um é o deus do outro, e vice-versa. Ou cada cabeça, uma sentença.
Mas por que começo esse tópico Copa do Mundo com esse aparte pseudo-filosófico?
Por que não começo esse post com a celebração deste grande evento mundial?
quarta-feira, 2 de junho de 2010
A Volta do Macaco Tião e O Buraco da Deepwater Horizon
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Contra o Ficha Limpa, pelo Deputado Tomás Armando Mutretas
Por isso, que é com espírito da cidadania, passamos a palavra para o excelentíssimo deputado Tomás Armando Mutretas:
Meus prezados e queridas,
Para quem não me conhece, me chamo deputado Tomás Armando Mutretas e tenho orgulho de ser político. Além disso, tenho orgulho de ser de uma família de políticos.
Por que afirmo que tenho orgulho de ser político? Porque vejo em todos os cantos, em todas as mídias, em toda a classe média, uma tal ojeriza pelo ser político, uma tal aversão e asco que me sinto, em determinados momentos, temeroso de revelar minha profissão. Sou político e, logo, me acusam de todos os erros e falcatruas de uma parcela mínima dos políticos. O que me diriam vocês do seguinte: se alguém fosse a um médico que se mostrasse um charlatão, poderia acusar todos os médicos de charlatões? Se alguém fosse a um advogado desonesto, poderia generalizar e difamar todos os advogados? (Aliás, sou advogado por formação e todas as piadinhas contra a minha profissão considero de extremo mau gosto). Claro que não! Claro que vocês iriam considerar essa pessoa um pouco sem razão.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Anistia ampla, geral e irrestrita para... os Corruptos
Sim, pode parecer paradoxal, mas se minha proposta tem um lado muito complacente, os seus efeitos serão, por todos, considerados mais benéficos que maléficos.
Minha proposta é a seguinte: todos os políticos que atualmente detenham cargo eletivo, ou que o detiveram nos últimos cinco anos, devem confessar todos os seus crimes e contravenções, em público, para terem seus crimes e contravenções totalmente perdoados. Devem, no entanto, expor tudo: todos os esquemas, todas as falcatruas, todos os cambalachos, todos os desvios de verbas, todos os mensalões, tudo! Se não confessarem, ficarão sob a mira do Procurador-Mor, cuja função será descrita mais adiante.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O Fantástico Mundo de Bobo
Conheci-o andando nas ruas deste Brasil grande de Deus. Sempre a coçar a cabeça, ele me perguntava tudo e qualquer coisa quando começamos a nos tornar mais amigos. Sempre com um jornal nas mãos, ele os lia com simplicidade de um grande gênio. Mas vamos ao pensamento de Bobo, o grande pensador.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
A Volta do Ingênuo Satírico
Bajular a força do leão.




