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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Pastor Marcos Feliciano para Presidente do Brasil, uma sátira

(Este texto é uma sátira. O autor dele não concorda com nenhuma das ideias abaixo expostas. Nem também acredita que o Pastor Marcos Feliciano seja tão radical assim... O autor deste texto apenas imaginou o que um fanático cristão, sem papas na língua, falaria sobre esse assunto.)
Pastor Marcos Feliciano está sendo implacavelmente perseguido. Perseguido, acusado, difamado, maltratado, deturpado, satanizado! E vocês já pararam para se perguntar o porquê disso tudo? O Inimigo está no meio de nós. O Inimigo avançou bastante nestes últimos anos. Parada Gay, união civil entre pessoas do mesmo sexo, promiscuidade, corrupção, pedofilia, drogas, assassinatos, patricídios, matricídios... E tem gente que diz que o Cão não existe!
Estamos caminhando para uma verdadeira Sodoma e Gomorra. Vocês acham que Jeová terá mais piedade por nós do que teve por essas cidades? Você acha que Ele não está preparando o fogo e o enxofre para cair em nossa terra? Você acha que Ele não será tão implacável quanto foi naquela ocasião?
Mas Ele teve piedade de nós!
Ele nos mandou o pastor Marcos Feliciano.
Ou o abraçamos e lutamos ao seu lado contra as iniquidades e deturpações deste mundo, ou Jeová mandará seus anjos vingadores para destruir e matar a todos nós!
Pastor Marcos Feliciano é o ungido de Deus, o enviado para acabar com essa orgia satânica!
Por isso, ele não deve apenas continuar na presidência da Comissão de Direitos Humanos, mas também ele deve se candidatar às próximas eleições e, com a benção de Deus, se tornar presidente do Brasil!

domingo, 7 de outubro de 2012

Ainda as Eleições...

Hoje é dia de eleição. O momento mágico da democracia.
Se você acredita nisso!
Claro, claro. Virá e alguém e me dirá que estou sendo cínico, abusado e profanador da mais alta e idolatrada forma de governo,a democracia (pelo menos, do Ocidente. E não sempre...).
Não me levem a mal. A democracia, conforme dito por Churchill, é a menos pior de todas as formas de governo. Bem entendido, eu não acredito que exista a melhor forma de governo. Assim também como não há melhor dos mundos possíveis. Para mim, diferente de algumas pessoas mais radicais, um mundo onde tudo fosse democrático, isto é, onde todos poderiam decidir sobre tudo e todos por meio do voto (algumas universidades federais operam dessa forma...), seria um mundo bem mais chato e demagógico de se viver. Por isso, as eleições a cada dois anos, para mim, já está um pouquinho razoável.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Eleições: Novo (ou Antigo...) Método de Escolha do Candidato

Neste período de eleições, vemos desfilar diante de nós, humildes eleitores, de nós que não queremos saber de política, que estamos enojados de políticos, que não acreditamos em políticos, nós, os enfadados, os desacreditados, os descrentes, os desiludidos, nós vemos o desfile corajoso dos candidatos a cargos públicos.
Posso afirmar, pelo menos de meu ponto de vista estritamente pessoal, que nunca vi candidatos tão bem preparados, tão bem articulados e inteligentes.
Cada um deles afirma basicamente o seguinte de si mesmo:
1) Que é o mais preparado
2) Que é o melhor
3) Que é o mais honesto
4) Que é o mais legal
5) Que é o escolhido por Deus
6) Que é o mais amoroso
7) Que é do "povo"
8) Ah, e ele é humilde pra caramba

E cada um deles afirma do seu oponente o seguinte:
1) Que é o menos preparado
2) Que é o pior dos candidatos
3) Que é o mais corrupto
4) Que é o mais estúpido
5) Que é o escolhido do Diabo
6) Que é o mais odioso
7) Que é da "elite"
8) Ah, e o cara é orgulhoso pra cacete!

Sim, sim. Fica difícil escolher.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Festival da Democracia: Entrada Obrigatória

De todos percalços da Democracia em nossa terra amada e idolatrada, eu nunca paro para pensar na desfaçatez que é o voto obrigatório.
Votar não é escolher? Não é o exercício máximo da liberdade?
Pois é!
É obrigatório!
É como se houvesse um policial e o policial dissesse: "Você tem liberdade, meu amigo!"
"Liberdade de quê?"
"De apanhar calado!"
Para o homem médio, nada mais normal do que a obrigatoriedade do voto. Sempre foi assim, não é mesmo? Melhor o voto ser obrigatório do que não haver voto... Concordo. Mas, ainda assim, é uma excrecência, uma parvoíce e um desserviço. Deveria votar quem se sente compelido a votar, quem quer decidir, quem quer escolher decidir (ou melhor, quem tem a ilusão de que está decidindo alguma coisa...). 
O voto obrigatório, por si, é uma das formas como o Estado brasileiro dá um tapinha nas costas do cidadão e confessa a ele: Veja, meu caro, você deve votar! Se não votar, vai sentir a minha ira.

domingo, 16 de setembro de 2012

Reforma Política (de novo!!!)

Meus queridos leitores,

Já tratei desse assunto diversas vezes (dá uma googada aí) e todas as vezes minhas propostas são amplamente debatidas e comentadas na sociedade (risos!), mas, como todas as propostas realmente inovadoras, são corrompidas e mal-interpretadas (vão rir de novo?).
Pois bem. Agora eu tenho um conjunto de regras que será definitivo. Depois disso, quem quiser ser político realmente está interessado na coisa pública pela coisa pública (e não para aumentar a sua coisa privada...).
Vocês verão!
E, se eu for eleito, vocês podem ficar tranquilos que implementarei essa reforma de imediato.
Minhas propostas:

domingo, 15 de abril de 2012

Proposta para acabar com a Corrupção no Congresso Nacional

Os últimos acontecimentos têm nos deixado estarrecidos. Mais um caso de corrupção no Congresso Nacional! A relação de Carlinhos Cachoeira com políticos está sendo um tsunami no meio político. Aparentemente (e devemos tomar cuidado com o que dizemos, pois Carlinhos Cachoeira tem um excelente batalhão de advogados...), Cachoeira corrompeu a torto e a direito, a tudo e a todos, políticos do DEM, do PSDB e do PT. Mas o que é isso?! Os corruptos não obedecem a nada, nem, ao menos, à filiação partidária. Eles corrompem quem estiver pela frente, ou melhor, quem estiver, de preferência, no poder. Só respondem a um deus, ao deus do Dinheiro, e corromperiam até a mãe se a mãe estivesse no cargo de prestígio.

O último caso nos deixou estarrecidos, mas também indiferentes. Estamos enojados, mas – e pior – acostumados! Sentimos o fedor, o fedor nos incomoda, mas não lembramos mais quando o ar era límpido. É difícil admitir mas não acreditamos mais em políticos honestos!

terça-feira, 10 de abril de 2012

A Fúria das Torcidas ou Uma Explicação (nada…) Filosófica sobre uma Paixão

Tornou-se um pouco rotineiro torcedores se matarem por causa de seus times, ou mesmo ameaçarem jogadores por não estarem se empenhando devidamente (segundo eles), ou ainda atos de vandalismo quando o tão amado time perde ou perde de forma vergonhosa. Não podemos duvidar do poder irracional (alguns diriam emocional) que o futebol evoca no povo brasileiro. Claro que é totalmente irracional. Os torcedores, por meio da catarse, vivem e sofrem, choram e gritam, vibram e se desesperam de acordo com o resultado de uma partida de futebol.

E para quê? Para nada, obviamente. Ou melhor, para matar o tempo.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Crucifixos na berlinda e Minha Humilíssima Proposta

Uma polêmica surgiu e despertou este blog de sua letargia pré-morte.

Os crucifixos podem ou não permanecer nas repartições públicas?

A imagem do Cristo crucificado, em seu momento de maior angústia que, por paradoxo religioso, significa também seu momento de maior vitória (vá lá, descontada a ressurreição…), deve permanecer presente em repartições públicas de um Estado-nação pretensamente laico?

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Marcha em Prol da Corrupção

O Deputado Tomás Armando Mutretas está de volta e com outra polêmica proposta. Tendo em vista os recentes ataques a seu corrupto portfólio, o venerável deputado quer fazer uma Marcha em Prol da Corrupção.

“Vocês vejam bem”, argumenta o deputado, “que a corrupção é o estado natural do homem. Ele não foi expulso do paraíso? Ele não comeu a Eva… digo, o fruto proibido? Pois então! Temos que deixar de ser hipócritas e assumir de vez o nosso lado corrupto! O progresso e a ordem vão agradecer!”

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Direito dos políticos ou uma pequena emenda à Constituição…

Meus amigos,

Todos que me acompanham sabem que sou um defensor da moralidade e dos bons costumes, que sou um defensor da ética e da etiqueta (sobretudo esta sobre aquela) e que sou um dos cobradores dessas atitudes por parte de nossos políticos.

Nossos representantes, no entanto, sofrem demais. São pressionados por todos os lados. Não podem assistir um filme em paz, ou receber uma propina sem câmera escondida! Que absurdo!

domingo, 19 de junho de 2011

Partido dos Sem-Vergonha fracassa! Tomás Armando Mutretas se exime de culpa…

Realmente o Partido dos Sem-Vergonha foi um fracasso total. Depois de defender a ideia de que os políticos deveriam assumir publicamente e sem maiores pudores sua sem-vergonhice e de que isso seria uma nova forma de se relacionar com os eleitores, Tomás Armando Mutretas denunciou os antigos colegas de partido de serem sem-vergonhas enrustidos, o que, obviamente, causou grande celeuma.

sábado, 18 de junho de 2011

Emprego dos Sonhos: Ambientalista na Floresta Amazônica

Você é um idealista, leitor? Acredita que, se todo mundo desse as mãos, o mundo seria um lugar melhor? Acredita que, se não houvesse armas de fogo no Brasil, a violência acabaria? Acredita (essa é boa, leitor) que a literatura pode mudar o mundo (mas o que é que a literatura tem a ver com esse tema?)? Acredita que, se não lutarmos para defender a floresta amazônica, o mundo vai deixar de existir?

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Partido dos Sem-Vergonha

Tomás Armando Mutretas retorna aqui para declarar a inauguração do novo partido político brasileiro. O partido dos Sem-Vergonha. Com a palavra sua excelência, Tomás Armando Mutretas:

“Meus caros colegas, venho hoje aqui com muita alegria convocar todos os nobres cidadãos e cidadãs do Brasil para a criação do que será e do que já é o maior e melhor partido do Brasil, o Partido dos Sem-Vergonha!

“Sim, nós, sem-vergonhas, não ficamos propriamente dentro dos armários, como nossos colegas homossexuais, mas ficamos muito tempo na escuridão, na moita e na artimanha. Usávamos de subterfúgios vis para esconder nossa condição de mau-caráter. Quando alguém nos acusava em plenário que éramos uns sem-vergonha, ficávamos indignados (ou fingíamos indignação, melhor dizendo), entrávamos com processos de calúnia e difamação, para que nosso eleitorado continuasse votando em nós. Mesmo que nossa sem-vergonhice chegasse a extremos como, por exemplo, quando possuímos não só amantes fora de casa, mas verdadeiros haréns, ou quando usávamos o dito dinheiro público para os nossos privadíssimos interesses, nós tínhamos, é verdade, a cara dura de afirmar, pela nossa mãe mortinha, que éramos inocentes. Os menos hipócritas afirmavam apenas que todo mundo é inocente até que se prove o contrário…

sábado, 28 de maio de 2011

Carro de luxo para os nossos representantes é pouco…

8763206-old-rusty-car-next-to-a-poor-house-vladivostok-russiaCarros de luxo para nossos representantes? Que absurdo, não? Um ultraje, um desastre, um descaso, uma desumanidade!

Uma desumanidade contra nossos representantes!

Concorda comigo, leitor? (Pois se não concorda, discorde nos comentários!)

sábado, 21 de maio de 2011

Palocci para Ministro do Desenvolvimento


Vejamos, meus caros leitores, quem você gostaria que fosse o Ministro do Desenvolvimento?
Alguém que saiba o que é fazer a coisa crescer!
Palocci sabe fazer a coisa crescer. O patrimônio dele aumentou 20 vezes em quatro anos!
Imaginem, leitores, o que ele pode fazer com o PIB desse país.
Ele já foi Ministro da Economia. Hoje é da Casa Civil, mas convenhamos, leitores, que nem economia, nem política é com ele, mas sim desenvolvimento! Ganhar dinheiro e não embarreirá-lo!
(Tendo em vista o alto desempenho da empresa dele, acho que ele faz jus a uma participação nos lucros, caso venha a ser o nosso Ministro de Desenvolvimento. Tomara que isso aconteça!!!)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Quem é que tem moral?

O político Tomás Armando Mutretas, que já tinha dado sua contribuição sobre o tema de Ficha Limpa x Ficha Suja aqui, voltou com esse discurso único. Ele, diante das diversas acusações contra políticos de seu partido, Partido Governista a Qualquer Custo, ou PGQC, ou simplesmente Partidão de Todos Que Querem Se Dar Bem, o PTQQSDB, políticos esses que participaram de esquemas de pagamento de mesadas, o Mesadão, e outras irregularidades e que agora, depois de um tempo afastados, estão de volta ao partido.

Vamos ao discurso do excelentíssimo deputado Tomás Armando.

Senhor Presidente, senhores deputados e senhoras deputadas, venho aqui hoje para expressar a minha mais ultrajada e indignada estupefação diante das acusações contra meus nobres e estimados colegas de partido. A imprensa, sempre contra nós, pobres políticos, a imprensa, essa máfia de inescrupulosos  jornalistas, a imprensa, que sempre me atacou e nos atacou, mas me atacou de forma pessoal e totalmente injustificada, afirmando que eu tinha desviado verbas para pagar a casa de uma suposta amante… Enfim, já estou meio perdido com meu discurso, por causa da emoção, do transtorno e do ódio. Mas tudo bem, nobres colegas. Eu quero dizer que essa maldita imprensa agora vem atacar meus nobres colegas de partido que haviam sido injustamente acusados do MESADÃO!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Inflação, o monstro bonzinho


Um economista disse que todo mundo se acha economista. Sobretudo políticos…
Eu, que não sou economista, que não sou nada aliás, vou dar meu pitaco em matéria tão séria. Ou melhor, tão exotérica. Sim, basta alguém normal começar a cursar economia que, logo, ele está dizendo que tudo é economia, demanda, oferta, elasticidade, etc. Interessante que um historiador vai dizer que tudo é história; um político que tudo é política… Bem, mas não é sobre isso que vamos conversar.
Vamos falar do bicho-papão, moçada. Vamos falar da inflação.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Loteria Eleitoral: proposta para a reforma radical de nosso processo eleitoral

Em um post recente, muitíssimo comentado nos meios virtuais (ponto irônico, por favor!!!), sobre o memorável festival da democracia que são as eleições (que você pode ler aqui), eu apenas sugeri um novo tipo de escolha eleitoral (aqui não teríamos um pleonasmo?). Minha proposta hoje é avaliar se esse novo tipo de processo seria melhor ou pior do que o atual.
Que proposta era esta?
Minha humilíssima proposta é a seguinte: não mais teremos eleições, não mais teremos votos e candidatos. Muito menos campanha eleitoral, com toda aquela parafernália, todo aquele bendito lixo, propaganda eleitoral obrigatória, negociatas para compra de votos, para troca de favores. Meu novo método irá acabar com isso tudo de uma vez só, como se desse um tiro fulminante em um tigre, matando-o de uma vez. Mas há-de se ter cuidado, não é mesmo? Pois esse tigre costuma ter sete vidas…
Mas no lugar de eleições, no lugar do voto, o que teremos? Simples, meus caros, teremos uma loteria. Uma loteria eleitoral!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Eleições: O Festival da Democracia ou Quando a Cara de Pau é Pouca...

Sabemos, desde os primórdios da democracia moderna, que esse negócio de eleições iria nos perseguir o resto de nossa precária existência. A cada dois anos, uma nova campanha. A cada dois anos, o mesmo martírio, as mesmas cenas, as mesmas mentiras. A cada dois anos, caras velhas e novas, joviais e arrogantes, ou humildes e tristes. A cada dois anos, nós temos o espetáculo da democracia, a incrível peça de teatro do estado de direito.

Para uns, é uma comédia. Para outros ou para a maioria, uma tremenda tragédia.

Mas por que estou reclamando das eleições? Não são elas a Festa da Democracia? Não são elas o coroamento de nosso sistema político? Não são a melhor maneira de se governar no mundo?

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Justiça é boa... para os pobres criminosos


Vivemos em um Estado Democrático de Direito e, sob a égide da justiça, sob o seu escudo protetor, deveríamos viver a nossa minúscula vida de cada dia. Deveríamos ter a consciência de nossos direitos e deveres, deveríamos respeitar as leis, deveríamos viver em harmonia e paz com os nossos semelhantes (e, com isso, não haveria necessidade das leis e de legisladores), deveríamos viver nossa minúscula vida de cada dia sem estresse e sem temor. Sem o medo constante de ser esmagado por outro ser humano. Mas, ai de nós!, a nossa pobre condição humana está cercada de perigos e monstros por todos os lados, sendo o maior monstro o próprio homem (e mulher também, preste atenção!, não sou machista!). Sim, eu sei que há perigos que não são humanos, como terremotos, maremotos, raios, aquecimento global (espera, mas esse não fomos nós que criamos?...) e a fúria dos deuses. Contra esses males, pouco ou nada podemos. Mas o mais insidioso mal, aquele que merece o nome de mal, é o mal do próprio ser humano. E, contra esse mal, o homem sempre se dirigiu à Justiça.

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