domingo, 19 de junho de 2011

Partido dos Sem-Vergonha fracassa! Tomás Armando Mutretas se exime de culpa…

Realmente o Partido dos Sem-Vergonha foi um fracasso total. Depois de defender a ideia de que os políticos deveriam assumir publicamente e sem maiores pudores sua sem-vergonhice e de que isso seria uma nova forma de se relacionar com os eleitores, Tomás Armando Mutretas denunciou os antigos colegas de partido de serem sem-vergonhas enrustidos, o que, obviamente, causou grande celeuma.

sábado, 18 de junho de 2011

Emprego dos Sonhos: Ambientalista na Floresta Amazônica

Você é um idealista, leitor? Acredita que, se todo mundo desse as mãos, o mundo seria um lugar melhor? Acredita que, se não houvesse armas de fogo no Brasil, a violência acabaria? Acredita (essa é boa, leitor) que a literatura pode mudar o mundo (mas o que é que a literatura tem a ver com esse tema?)? Acredita que, se não lutarmos para defender a floresta amazônica, o mundo vai deixar de existir?

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Partido dos Sem-Vergonha

Tomás Armando Mutretas retorna aqui para declarar a inauguração do novo partido político brasileiro. O partido dos Sem-Vergonha. Com a palavra sua excelência, Tomás Armando Mutretas:

“Meus caros colegas, venho hoje aqui com muita alegria convocar todos os nobres cidadãos e cidadãs do Brasil para a criação do que será e do que já é o maior e melhor partido do Brasil, o Partido dos Sem-Vergonha!

“Sim, nós, sem-vergonhas, não ficamos propriamente dentro dos armários, como nossos colegas homossexuais, mas ficamos muito tempo na escuridão, na moita e na artimanha. Usávamos de subterfúgios vis para esconder nossa condição de mau-caráter. Quando alguém nos acusava em plenário que éramos uns sem-vergonha, ficávamos indignados (ou fingíamos indignação, melhor dizendo), entrávamos com processos de calúnia e difamação, para que nosso eleitorado continuasse votando em nós. Mesmo que nossa sem-vergonhice chegasse a extremos como, por exemplo, quando possuímos não só amantes fora de casa, mas verdadeiros haréns, ou quando usávamos o dito dinheiro público para os nossos privadíssimos interesses, nós tínhamos, é verdade, a cara dura de afirmar, pela nossa mãe mortinha, que éramos inocentes. Os menos hipócritas afirmavam apenas que todo mundo é inocente até que se prove o contrário…

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Quer atingir o Nirvana? Pega um carro e encare o trânsito…

Meus amigos, por natureza, sou um cara pacato, tranquilo e do bem, como dizem por aí. Se me xingam na rua, eu penso: “Talvez, eles tenham razão…” Se me esbarram enquanto sossegado faço o meu caminho, eu penso: “Puxa! Que chato! Eu fiquei no caminho deles. Peço desculpas”. Se me respondem atravessado quando peço alguma orientação, eu penso: “Vai ver ele ou ela está estressado ou estressada. Outra hora eu peço uma orientação mais condizente…” Então, eu sempre mantenho paciência quando estou a pé. A pé, caminhando, com meus pés empurrando o chão, minha panturrilha começando a queimar, eu sou o cara mais pacato, do bem e tranquilo do mundo. Mas quando eu pego um carro…

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sátira e Política: um caso de amor

O que faríamos nós, autores satíricos, se não fosse a Política? Ou, melhor, se não fossem nossos amigos políticos? Muito menos do que fazemos hoje. Talvez estivéssemos até mesmo desempregados.Talvez conseguíssemos fazer sátira dos costumes, dos economistas, dos advogados (sempre perigoso, pois gostam de nos processar tanto quanto os políticos…) e de outros assuntos menos empolgantes.

Mas por que a política é tão empolgante? Por que apontamos sempre o erro dos políticos, se são como nós seres humanos frágeis e falíveis? Não sei, leitor, mas talvez seja porque eles escolheram – ou o povo os escolheu – para ir para a grande arena do mundo decidir o que é ou não melhor para nós. Enfim, eles, quer por nascimento ou por escolha individual, mostraram ânimo para entrar na dita vida pública. E não se engane, leitor, mas, desde o começo da democracia, quando a coisa pública era privativa dos cidadãos gregos (os outros, como mulheres e estrangeiros, não tinham lá muito espaço…), vivíamos (nós enquanto seres humanos) querendo que os políticos resolvessem todos os nossos problemas. Sim, eles seriam os nossos salvadores. Os salvadores da pátria. Mas, ai de nós!, eles conseguiam, sim, era arrumar mais trapalhadas. Tudo bem, dizíamos. Resolva esse problema que você mesmo inventou ou colocamos outro aí para resolvê-lo. Aí é que era guerra mesmo!

sábado, 28 de maio de 2011

Carro de luxo para os nossos representantes é pouco…

8763206-old-rusty-car-next-to-a-poor-house-vladivostok-russiaCarros de luxo para nossos representantes? Que absurdo, não? Um ultraje, um desastre, um descaso, uma desumanidade!

Uma desumanidade contra nossos representantes!

Concorda comigo, leitor? (Pois se não concorda, discorde nos comentários!)

sábado, 21 de maio de 2011

Palocci para Ministro do Desenvolvimento


Vejamos, meus caros leitores, quem você gostaria que fosse o Ministro do Desenvolvimento?
Alguém que saiba o que é fazer a coisa crescer!
Palocci sabe fazer a coisa crescer. O patrimônio dele aumentou 20 vezes em quatro anos!
Imaginem, leitores, o que ele pode fazer com o PIB desse país.
Ele já foi Ministro da Economia. Hoje é da Casa Civil, mas convenhamos, leitores, que nem economia, nem política é com ele, mas sim desenvolvimento! Ganhar dinheiro e não embarreirá-lo!
(Tendo em vista o alto desempenho da empresa dele, acho que ele faz jus a uma participação nos lucros, caso venha a ser o nosso Ministro de Desenvolvimento. Tomara que isso aconteça!!!)

sábado, 14 de maio de 2011

Paraguai ataca!

Depois de uma série de exigências furiosas, o Paraguai conseguiu o que queria.

O Brasil não aguentou a força desta superpotência que faz até tremer os EUA e a China juntos.

Vamos pagar mais caro a conta de luz!

Paraguai, por meio de medidas drásticas, ameaçou ir à guerra contra o Brasil se não fosse concedido tal aumento. Entre essas medidas, está o fechamento da fronteira do Brasil-Paraguai, o corte das relações diplomáticas, a exclusão do apoio paraguaio para o Brasil entrar no conselho de segurança e, pior de tudo para os fumantes inveterados!!!, o bloqueio do contrabando clandestino de cigarros (e outros entorpecentes) para o nosso país. Que absurdo!

Entre outras razões para o aumento, o Chanceler paraguaio alegou a recente carestia dos preços: “O Tombini parece que não está turbinando o Banco Central contra a inflação. Como vamos comprar nossas bugigangas aí no Brasil sem um aumentinho?”

Por medo da reação paraguaia, uma verdadeira potência mundial, o Brasil cedeu.

E é você, meu caro contribuinte, quem vai pagar a conta.

Mas não é sempre você que paga?

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