terça-feira, 30 de agosto de 2011

Link rápido

Para quem gosta de se (des)iludir com a humanidade, aqui vai um link maneiro:

Para perder a fé na humanidade, de Hélio Schwartsman (colunista da Folha de São Paulo).

Acho que dispensa comentários…

domingo, 28 de agosto de 2011

Sobre escrever e… blogar

Pode parecer um paradoxo – e é! – mas estou dividido entre escrever e blogar.
Constituí este blog com o intuito de tratar temas e assuntos contemporâneos e eternos por meio de uma viés satírico. Além disso, seguindo uma linha mais filosófica (se assim podemos defini-la), tentei esboçar algumas propostas modestas nos moldes das propostas de Jonathan Swift. Essas propostas visam resolver alguns problemas da humanidade com algum meio absurdo – por exemplo, Swift propôs terminar com a pobreza na Irlanda por meio do comércio de recém-nascidos para consumo dos ricos. Isso mesmo. Legal, né, leitor?

sábado, 27 de agosto de 2011

A Defesa da Bomba Atômica – parte II

Eu: “Conforme prometido, continuo a minha defesa da bomba.”

Leitor: “Tá, tá. Já sei. Não dá para entrar no seu argumento logo?”

Eu: “Calma, leitor. Só peço um pouco de paciência…”

  O Mundo Depois da Bomba

Vocês conhecem que o argumento dos EUA para terem usado a bomba em Hiroshima e Nagasaki era forçar uma rendição do Japão? No argumento, os americanos dizem que eles pouparam vidas (norte-americanas, bem entendido…), pois a esperança japonesa era matar tantos americanos quanto pudessem para, por sua vez, poderem negociar um tratado de paz mais palatável a seu gosto. Também tinha aquele negócio samurai de que japonês não perde nunca, que é melhor morrer que perder, que, se perder, o negócio é se matar…

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A Defesa da Bomba Atômica– parte I

O que era a pólvora? Trivial. O que era a eletricidade? Inexpressiva. Essa Bomba Atômica é o Segundo Advento em Ira!
Winston Churchill
Isso mesmo, leitor. Você não leu errado. Trata-se aqui da defesa da bomba atômica (e não sobre a defesa contra a mesma)– esse dispositivo tão atacado, tão difamado e tão odiado pela intelectualidade, pelos ativistas e pelo homem normal (com exceção, claro, dos militares, dos políticos e do Ahmadinejad…). Sim, meus leitores queridos, eu vou defender com o frio raciocínio que a bomba atômica foi um avanço para a humanidade e, mais do que isso, uma garantia para a nossa existência. Paradoxal, não é mesmo, leitor? Mas aqui, neste blog, sempre defendemos o uso do frio raciocínio paradoxal.
(E deixemos, claro, de lado essas questões menores de quem roubou quem na política brasileira, ou ainda e em menor magnitude, na política de qualquer país!)
Se o leitor se dispuser a ouvir meus argumentos sem preconceitos, a colocar a mão na consciência e refletir sobre nossa (mal)dita condição humana, eu creio que o leitor perceberá, sim, que a bomba atômica nos salvou. A nós, enquanto humanos, e a todos os seres viventes deste planeta (bem, sobretudo aqueles que ainda não dizimamos…). O leitor, ainda em choque com meus argumentos, pode partir de duas hipóteses: ou o presente escriba é um louco (e eu não nego veementemente que não esteja louco, porque sei, de antemão, que a primeira coisa que os insanos fazem é negar veementemente que estejam loucos…) ou o presente autor é um piadista. Eu, enquanto objeto de análise, não declaro nada, pois não sou autoridade no assunto. Deixo tudo para o leitor. Se louco ou piadista, é com você leitor e sua capacidade intelectual. O leitor mais fino e irônico notará que uma hipótese não exclui necessariamente a outra…

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Autopromoção! O avarento se diverte no CCBB

Menti. Disse que não ia fazer mais autopromoção e estou fazendo autopromoção.
Dia 20/08/2011, no sábado, às 18:00, haverá a leitura dramatizada de minha peça O avarento se diverte, no Centro Cultural Banco do Brasil.
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É gratuito, sendo que a distribuição de senhas começa às 17:00.
Mais informações: aqui, aqui e ali.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Crise no cartão de crédito mundial

Tudo depende de quem possui a crise no cartão de crédito. Isso é fato. E percebi isso nesta última semana.

Ora, eu já fui rebaixado várias vezes pelas as agências de avaliação de crédito, já recebi ameaças de cobradores por telefone, e-mail, correios e o que mais você pensar. E meu limite de crédito foi expandido. Para eu gastar mais. Para a economia girar (e eu me afundar…). Para ser devorado pelos corrosivos juros. O negócio são os negócios, leitor.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mercado financeiro e a fome na África

Você que acompanha as notícias do mundo viu, leu, cheirou e comeu notícias sobre o fim-do-mundo-das-bolsas (outro fim de mundo, não é mesmo?) por causa do limite de endividamento dos nossos vizinhos yankees e do seu subsequente rebaixamento (levou notinha vermelha, levou?) e sentiu a facada da abrupta queda como se tivessem mesmo encostado uma faca no seu dorso e levado a outra bolsa – aquela que carrega com você (se você for mulher, pois se for homem…) e chorou como choram os bebês vendo o investimento sucumbir aos humores deste mundo insano.

Tudo bem! Não tenha medo.

O mundo está mudando, é certo. Os EUA não são mais como eram. A Europa está com pé na lama. A Inglaterra, em pé de guerra. O Japão, em frangalhos (mas, ei!, eles ganharam dos EUA no futebol feminino, não é?) E a China continua crescendo.

O mundo está mudando, mas algumas coisas não mudam nunca.

Por exemplo?

A fome na África.

Milhares de pessoas estão morrendo de fome literalmente. E vão morrer. E isso não muda.

Então, o mundo não está mudando tão intensamente, como dizem por aí.

Não é reconfortante, leitor?

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Post sobre os posts de Santas Sátiras

Os posts aqui seguirão algumas regras:

1) Não terão imagens. Cansei de procurar e de enfeitar. É o texto e pronto. Se quer ver figurinhas, vai procurar no Google Imagens;

2) Vão ser extremamente longos, com exceção deste e de outros que serão extremamente curtos. Sou um cara de extremos. (E também quero subverter essa ideia de que na internet só pode haver textos mínimos, pequenos e miúdos para atrair um público maior etc. e tal. Ou lê um discurso encadeado ou vá ver vídeos no youtube!);

3) Ou vão ser hilariantemente sérios ou duramente satíricos;

4) Vão tratar de tudo e de nada. Ao mesmo tempo;

5) Vão atacar o ser humano e todas as suas pretensões;

6) Apresentarão propostas absurdas, como veremos e como já vimos (aqui);

7) Não vão seguir regras nenhumas, muito menos essas.

Pronto.

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